quinta-feira, 9 de junho de 2011

Você sabe o que são SOFISMAS?


Essa palavra nos descreve algo muito importante e que devemos considerar. A Bíblia, desde o seu início, nos orienta a tomarmos cuidado com aquilo que vemos e ouvimos neste mundo. Nem tudo que nos é apresentado representa a verdade e o caminho a seguir.

De todas as verdades, qual é a verdade?

Isso porque tem coisas que têm aparência de corretas, mas que são maquiadas. Um dos textos mais conhecidos que fala sobre essa realidade é “Pv 14. 12: Há caminho que ao homem parece direito, mas ao cabo dá em caminhos de morte.”. Observe bem a palavra [parece].

Sofisma significa um argumento que [parece] correto, mas que é enganoso, que leva ou induz ao erro. Na Bíblia temos uma menção dessa palavra em “2 Co 10. 4: Porque as armas da nossa milícia não são carnais, e sim poderosas em Deus, para destruir fortalezas, anulando nós sofismas”.

O rei dos sofismas é o diabo. Veja como a Bíblia aponta para a ousadia dele em enganar as pessoas com coisas que parecem verdades: "E não é de admirar, porque o próprio Satanás se transforma em anjo de luz." (2Co 11. 14).

Nesse mundo existem pessoas especializadas em enganar com sofismas: "pois surgirão falsos cristos e falsos profetas, operando sinais e prodígios, para enganar, se possível, os próprios eleitos." (Mc 13. 22)

Por isso, os sofismas devem ser desmascarados e anulados, pois são prejudiciais à nossa vida em todos os sentidos. Um exemplo de sofisma muito difundido nos últimos dias foi o argumento de que o inferno não existe e que todos irão ser salvos no final das contas. Parece um argumento bom e aceitável, mas é um sofisma, principalmente porque contradiz o que a Bíblia diz e, mas ainda, porque faz as pessoas acreditarem que será assim, fazendo-as negligenciar a busca de sua salvação.

Os sofismas são muito perigosos! Fique alerta!

Por: André Sanchez
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terça-feira, 17 de maio de 2011

O que significa Santificação?


Desde o início da Bíblia o que mais vemos Deus cobrar do seu povo é a santificação. O ser humano, naturalmente, sem precisar de um aprendizado prévio, já tem dentro de si uma inclinação para fazer aquilo que desagrada a Deus. Basta olhar uma criança, que mesmo tendo vivido pouco tempo já tem em si a inclinação para fazer o que é errado. Os pais se surpreendem em não ter ensinado determinadas coisas, mas a criança mesmo assim já saber delas.

No entanto, este comportamento “natural” que temos não é bom e nem do agrado de Deus. “Pois esta é a vontade de Deus: a vossa santificação” (1 Ts 4:3). “porquanto Deus não nos chamou para a impureza, e sim para a santificação.” (1 Ts 4:7). “porque escrito está: Sede santos, porque eu sou santo.” (1 Pe 1:16). O que agrada a Deus é a nossa santificação.

Estas atitudes “naturais”, que nascem conosco, são fruto da natureza do pecado que existe em nós e devem ser combatidas. Buscar a santidade é combater a nossa natureza pecadora e vencê-la através da ação do Espírito Santo em nossa vida.

Santificação significa o processo que acontece em nossa vida que nos leva a sermos santos. Ser santo significa estar conectado com a vontade de Deus e desconectado com o pecado. A vontade de Deus está descrita em Sua palavra, a Bíblia Sagrada. É nela que encontramos as diretrizes para uma vida que agrada a Deus. É um processo contínuo, trabalharemos em cooperação com Deus pela nossa santificação a vida toda. Nunca chegaremos à perfeição nesta vida, mas podemos viver como santos, aperfeiçoando-se a cada dia, e assim, agradar a Deus.

A Bíblia diz que a santificação é obrigatória no nosso relacionamento com Deus. Não é uma opção a ser feita. “Segui a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor” (Hb 12:14). Sem a santidade em nossa vida estamos separados de Deus e unidos com o pecado. “Mas as suas maldades separaram vocês do seu Deus; os seus pecados esconderam de vocês o rosto dele, e por isso ele não os ouvirá.” (Is 59:2 - NVI)

O melhor caminho para o ser humano é aproximar-se de Deus e ser santo. Lutemos juntos com Deus pela pureza em nossa vida e pelo total desprezo ao pecado. É uma luta árdua, mas que vale a pena.

“Portanto, santificai-vos e sede santos, pois eu sou o SENHOR, vosso Deus.” (Lv 20:7)


Por: André Sanchez
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sábado, 30 de abril de 2011

Vale a pena ser perseguido?


Cristã sendo torturada por causa de sua fé

“Bem-aventurados os perseguidos por causa da justiça, porque deles é o reino dos céus.” (Mt 5. 10)

A fala de Jesus, dentre outras coisas, mostra uma ação e uma reação. A ação é a pratica da justiça. Justiça aqui significa andar de acordo com a vontade de Deus, praticar a Sua palavra, ser obediente aos mandamentos que Ele nos deixou. Em outras palavras, praticar a justiça é ter uma vida santificada e dedicada a Deus. A reação a pratica da justiça é a perseguição. Jesus deixa claro que haverá perseguição aos que decidirem viver um estilo de vida diferente do que o que agrada o mundo.

Em outras passagens das Escrituras também encontraremos esse alerta. “Ora, todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos.” (2Tm 3. 12). A perseguição vem por um motivo simples: O mundo está enlameado pelo maligno e qualquer um que busca se limpar dessa lama é duramente criticado e perseguido. Às vezes as perseguições são leves, mas existem ocasiões em que pessoas pagam com a própria vida só porque decidiram professar a fé em Jesus Cristo e viver uma vida reta. O fato é que todos os praticantes da justiça de Deus, de uma forma ou de outra, são perseguidos.

Como em todos os ensinos do Mestre Jesus, encontramos desafios à nossa fé, mas também promessas preciosas aos que se entregarem e seguirem firmes na obediência as Suas palavras. O texto afirma que mesmo sendo perseguidos seremos bem-aventurados (felizes). A vida de alguns servos de Deus prova essa ação de Deus nos dando essa “bem-aventurança”.

Mesmo depois de uma grave perseguição, de apanharem e serem presos veja a atitude de Paulo e Silas: “Por volta da meia-noite, Paulo e Silas oravam e cantavam louvores a Deus, e os demais companheiros de prisão escutavam.” (At 16. 25). O poder de Deus age na vida daqueles que se dedicam à prática da Sua justiça. Se por um lado andar com Jesus traz perseguição, a outra reação é a aprovação e cuidado pleno de Deus.

Jesus ainda promete algo mais espetacular: “...deles é o reino dos céus.” (Mt 5. 10). É isso mesmo! O reino dos céus é dos corajosos praticantes da justiça de Deus neste mundo! Se é para fazer a vontade de Deus, certamente a perseguição vale a pena! Tudo vale a pena por Jesus Cristo!

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quarta-feira, 20 de abril de 2011

É impossível obedecer a Bíblia?


É impossível cumprir os mandamentos que Deus colocou na Bíblia! Muitos veem os mandamentos que Deus nos deu como algo que não temos condições de cumprir. Acham que o padrão estabelecido por Deus para a vida do ser humano é inviável, inalcançável. E nesse pensamento muitos acabam colocando em prática apenas pequenas partes da Bíblia e deixam outras de lado. Alguns preferem até abandonar tudo e viver na “facilidade” de uma vida desregrada.

É evidente que nenhum de nós é perfeito ao ponto de nunca pecarmos. A própria Bíblia diz que somos pecadores. No entanto, isso não é desculpa para que descumpramos os mandamentos de Deus. Deus entende as nossas fraquezas, mas não entende a nossa falta de empenho em buscar o cumprimento de Sua vontade. Deus se alegra em ver Seus filhos empenhados em vencer suas limitações para cumprir a Sua vontade.

O salmista observou com sabedoria o que Deus quer ver em nós: “Tu ordenaste os teus mandamentos, para que os cumpramos à risca.” (Salmos 119.4). O padrão de Deus é a obediência, nada mais, nada menos que isso. Deus nunca disse que a obediência seria fácil. Jesus disse que o caminho da obediência é um caminho apertado, uma porta estreita (Mt 7. 13-14). Mesmo sendo um caminho difícil, é obrigatório aos servos de Deus: “Todo aquele que é nascido de Deus não vive na prática de pecado; pois o que permanece nele é a divina semente; ora, esse não pode viver pecando, porque é nascido de Deus.” (1Jo 3. 9)

Apesar das dificuldades, usar de desculpas esfarrapadas para deixar de fazer aquilo que Deus ordenou não é aceito por Deus. Isso porque Deus nos deu todas as condições para cumprirmos a Sua vontade. Nada que vem contra nós, buscando nos desviar, é maior do que a força que Deus nos deu para resistirmos e sermos obedientes:

“mas Deus cumpre a sua promessa e não deixará que vocês sofram tentações que vocês não têm forças para suportar. Quando uma tentação vier, Deus dará forças a vocês para suportá-la, e assim vocês poderão sair dela.” (1Co 10. 13 - NTLH)

Dessa forma, cada um de nós precisa apenas aprender a vontade de Deus e buscar de todo o coração obedecê-la [com esforço]. Deus nos deu condições para isso. Seria muito estranho se Deus desse mandamentos que ninguém conseguisse cumprir. Seria maldade da parte Dele! Por isso, como um exemplo de vida, Jesus vem ao mundo como um ser humano e cumpre toda a vontade de Deus, nos mostrando que é possível, bastando se empenhar.

Pare de dar desculpas e cumpra a vontade de Deus!


Por: André Sanchez

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sexta-feira, 15 de abril de 2011

Qual o significado da Páscoa?


Mesmo sendo uma data muito popular, a Páscoa ainda deixa muitas pessoas em dúvida. Muitos ainda não compreendem de onde ela surgiu e o seu real significado. Com a forte apelação do comércio as pessoas confundem-se mais ainda. Não é raro vermos pessoas respondendo que Páscoa são ovos de chocolate ou um feriado católico.

A Páscoa tem o seu início no Antigo Testamento. O povo de Israel vivia como escravo do povo egípcio já há 400 anos. A Bíblia diz que Deus ouviu a oração daquele povo que vivia oprimido: “... os filhos de Israel gemiam sob a servidão e por causa dela clamaram, e o seu clamor subiu a Deus. Ouvindo Deus o seu gemido, lembrou-se da sua aliança com Abraão, com Isaque e com Jacó.” (Ex 2. 23-24)

Deus resolveu libertá-los e para isso convocou Moisés para liderar esse movimento. O Faraó, líder máximo do Egito, não quis deixar o povo de Israel sair em liberdade, por isso, Deus enviou inicialmente nove pragas. Mesmo sendo castigado por essas pragas o faraó se recusou deixar o povo israelita ir embora rumo à liberdade. Foi então que Deus preparou a décima praga. Essa praga era a morte dos primogênitos (filho mais velho). Só não morreriam aqueles que cumprissem algumas ordens dadas por Deus.

Dentre as várias exigências de Deus, a principal era separar um cordeiro ou um cabrito de um ano e sem defeito (Êxodo 12. 3, 5). Esse animal deveria ser morto num dia determinado e o seu sangue passado nos batentes das portas (Êxodo 12. 3, 5). Quando a morte viesse para levar os primogênitos, vendo o sangue nos batentes, não mataria ninguém daquela casa. Onde não tivesse o sangue do animal, o primogênito morreria. Aquele sangue (e a obediência à voz de Deus, é claro) era a garantia de vida e libertação daquelas pessoas.

A décima praga acontece e todos os primogênitos do Egito morrem inclusive o filho do faraó. Ele, então, deixa o povo ir embora. É aqui que começa a Páscoa. O povo foi liberto da escravidão pela mão poderosa de Deus! O ritual realizado na primeira Páscoa, que é descrito em Êxodo 12.1-20, deveria, então, a partir daquele momento, ser observado todos os anos pelas próximas gerações. E foi assim que aconteceu.

Em Êxodo 12. 27 está a explicação que deveria ser dada quando os filhos daquelas pessoas perguntassem o que eram aqueles rituais simbólicos feitos na Páscoa. Veja: “Respondereis: É o sacrifício da Páscoa ao SENHOR, que passou por cima das casas dos filhos de Israel no Egito, quando feriu os egípcios e livrou as nossas casas.” (Ex 12. 27)

Essa comemoração seguiu até os tempos de Jesus Cristo, que deu a ela um significado ainda mais marcante e profundo.

Após Jesus, a Páscoa mudou sua forma, mas não seu significado. Jesus, através de Seu sangue, nos libertou da escravidão do pecado. E esse sangue foi derramado na Sua morte lá na cruz em sacrifício. Jesus é como aquele cordeiro que ofereceu o seu sangue para que aquele povo, que vivia como escravo vivesse e fosse totalmente livre. Pelo sangue de Jesus vivemos a liberdade. Ele foi o sacrifício que nos trouxe vida e libertação da condenação e da escravidão do pecado.

A Páscoa cristã comemora, então, o sacrifício e a ressurreição de Jesus Cristo. Jesus é o nosso Cordeiro pascal (1 Co 5. 7). Ele nos propiciou a liberdade através de Seu sangue e da Sua vitória na cruz. Essa é uma comemoração a ser lembrada todos os dias e não somente na Páscoa!

Chocolate, festa, feriado, tudo isso têm o seu lugar, mas esse lugar não deve tomar o lugar do verdadeiro propósito da nossa comemoração! Celebre Jesus! Celebre a sua liberdade!


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